Em celebração aos 35 anos da Lei de Cotas, a APAE de Salvador vai promover, no dia 24 de julho, um encontro aberto ao público para debater os avanços e desafios da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. O evento 35 Anos da Lei de Cotas – Protagonismo da Pessoa com Deficiência e a Valorização da Inclusão no Trabalho, em parceria com o Tribunal de Justiça da Bahia, será realizado das 8h30 às 12h, no Auditório Desembargador Olny Silva, na sede do TJ-BA.
Voltado para empresas, instituições, pessoas com deficiência e comunidade, a programação terá duas mesas de debate. A primeira sobre “Valorização profissional das pessoas com deficiência, com participação de Jaqueline Braz, coordenadora de Assistência Social da APAE de Salvador; Fernando Gaburri, Promotor de Justiça do Ministério Público da Bahia, Tais Arruti Lyrio Lisbôa, coordenadora Nacional de Fiscalização da Aprendizagem Profissional na Secretaria de Inspeção do Trabalho. A mediação será de Caliane Patrícia.
O segundo painel terá o tema “Protagonismo da pessoa com deficiência: experiências e trajetórias no mundo do trabalho” e vai apresentar relatos de profissionais sobre suas jornadas e vivências no mercado, e o papel da APAE nesse processo. A mesa terá a participação de Claudenilton Santos Conceição, colaborador da Escola Sartre SEB em Lauro de Freitas; Catiana Jesus Nascimento, colaboradora do SENAI Cimatec; e Lúcia Maria da Silva Dias, colaboradora da APAE de Salvador. A mediação será de Débora Souza.
O evento terá ainda programação artística com exposição de telas confeccionadas por usuários do Ateliê Coletivo de Artes Visuais e apresentação da Cia de Dança Opaxorô da APAE de Salvador
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo formulário: https://forms.gle/MbRKcXPR8FU8ZqHx6
APAE de Salvador e a inclusão no mercado
A APAE de Salvador exerce um importante papel na aplicação da Lei de Cotas, tanto no acompanhamento e preparo de jovens e adultos com deficiência intelectual para o trabalho, e suas famílias, como também junto às empresas em seus processos inclusivos, com capacitações e cursos para equipes e gestores com foco na atuação de forma equitativa, respeitosa e produtiva.
Segundo Jaqueline Braz, coordenadora de Assistência Social da APAE de Salvador, esse trabalho contribui para uma mudança na visão que as empresas e a sociedade têm do cumprimento da Lei de Cotas.
“A atuação da APAE possibilita a criação de uma cultura organizacional inclusiva, que diminui a rotatividade de pessoas com deficiência nas empresas, por encontrarem um ambiente que lhes permita se desenvolver profissionalmente, e que fortalece o cumprimento legal por essas organizações”, afirma.












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