Raphael Figueredo, estrategista de Ações da XP apresentou os principais fatores que devem influenciar o mercado financeiro nos próximos meses
O estrategista de ações da XP, Raphael Figueredo, esteve em Salvador nesta semana para um encontro com clientes e investidores da região, em uma agenda dedicada à análise do cenário econômico brasileiro e às perspectivas para os mercados no segundo semestre. A cidade foi um dos pólos nacionais escolhidos para receber a programação do estudo “Onde Investir no 2º semestre”, produzido pela XP, que reúne análises sobre o cenário macroeconômico, economia brasileira, o ambiente político e as principais recomendações de investimentos para diferentes classes de ativos.
Durante o encontro, Figueredo abordou temas que devem influenciar a economia e as decisões dos investidores nesta reta final do ano, entre eles juros, inflação, atividade econômica, cenário fiscal e volatilidade associada ao ambiente eleitoral, além dos impactos do cenário internacional sobre o Brasil.
‘’O cenário para o segundo semestre e início de 2027 exige atenção a diferentes fatores, como a trajetória dos juros, a inflação, a atividade econômica e o ambiente fiscal. Mais do que olhar para um único indicador, o investidor precisa entender como essas variáveis se relacionam e avaliar as oportunidades de forma criteriosa, considerando diferentes cenários para a economia brasileira e internacional”, afirma Raphael Figueredo, estrategista de ações da XP.
Entre as projeções apresentadas, a XP estima crescimento de 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026. A análise também considera a trajetória dos juros, inflação, atividade econômica, contas públicas e câmbio entre os principais fatores a serem acompanhados pelos investidores ao longo dos próximos meses. O tema ganhou ainda mais relevância após a decisão do Banco Central de reduzir a Selic na quarta-feira (16).
A partir disso, a avaliação apresentada pela XP aponta para um ambiente com pontos de entrada mais interessantes, mas que exige mais disciplina na alocação, com juros, carrego e seleção de ativos no centro das decisões. Com a renda fixa novamente oferecendo concorrência relevante à renda variável e o custo de capital mais alto, o mercado reduz a tolerância a decepções relacionadas a crescimento, lucros ou narrativa.
Nesse contexto, seletividade, diversificação e uma análise criteriosa das oportunidades ganham importância, incluindo a possibilidade de exposição a investimentos internacionais, como forma de ampliar as alternativas de alocação e contribuir para a construção de portfólios mais resilientes e bem-posicionados diante de diferentes cenários econômicos.
‘’A presença de Raphael Figueredo em Salvador é uma oportunidade de aproximar os investidores da região de análises e informações que ajudam a interpretar o cenário econômico. Ter acesso a esse conteúdo contribui para embasar as decisões de investimento, oferecendo mais elementos para que cada investidor avalie as oportunidades de acordo com seus objetivos ”, afirma Rodrigo Icó, líder da XP na Bahia.












Deixe uma Resposta
Ver Comentários