No Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, Asminas Content promove a 3ª edição do Escuta Asminas

Dezenas de mulheres negras empoderadas foram reunidas para compartilhar experiências e celebrar o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha na 3ª Edição do Escuta Asminas, evento que aconteceu nesta quinta-feira, na Colaboraê. O evento contou com momentos de conexão entre as participantes, profissionais das mais diversas áreas, além de painéis sobre dinheiro, prosperidade e a mulher negra no mundo.
“É um encontro feito por e para mulheres negras que surge a partir da necessidade de criarmos um espaço em que possamos falar e sermos ouvidas para criar diálogos a partir de pautas plurais e que sejam relevantes, como comunicação, tecnologia, negócios e saúde mental. Este ano, escolhemos o Dia da Mulher Negra pela importância da data para a construção da nossa autoestima e do entendimento quanto aos nossos avanços ao longo da história”, explica Dayane Oliveira, CEO da Asminas Content.
O primeiro painel foi sobre “Prosperidade e Dinheiro”e contou com a participação da consultora de Diversidade e Letramento Racial, Tainara Ferreira e de Natalia Cavalcante, multiartista e especialista em beleza negra. “Eu vi meu pai perder tudo por causa da falta de planejamento. É preciso planejar, ter inteligência emocional para lidar com o dinheiro a partir das condições e ferramentas que você tem”, contou Tainara. Já Natália destacou que “prosperidade, para além do dinheiro, é bem viver e é preciso internalizar isso porque as  mulheres negras tendem a ter resistência ao merecimento, ao poder e isso precisa mudar”.
Já o segundo painel, “O Lugar da Mulher Negra no Mundo”, foi protagonizado por Letícia Sotero, CEO e diretora comercial da Asminas Content ,que compartilhou sobre suas experiências durante um intercâmbio realizado em Nova York, Estados Unidos. “O planejamento, a organização financeira, é fundamental para tudo, inclusive para tirar o passaporte, por exemplo, um documento que todos deveriam ter, mas sabemos que na nossa realidade não funciona dessa forma. O dinheiro deve ser usado para nos potencializar, para que possamos viver experiências diferentes, em lugares diferentes, seja nos Estados Unidos, Ásia, África ou países vizinhos”, finaliza.