Hospital da Bahia celebra um ano do serviço de transplante de medula óssea com 10 procedimentos realizados e prevê evolução da modalidade 

TMO Hospital da Bahia - Divulgação

O Centro de Transplante de Medula Óssea (TMO) do Hospital da Bahia, administrado pela Rede Américas, segunda maior rede de hospitais privados do Brasil, completa um ano de funcionamento consolidando resultados expressivos para a medicina de alta complexidade no estado. Neste primeiro ciclo de atividades, a unidade realizou 10 transplantes e prevê ampliação do atendimento.

Entre as vidas transformadas pelo serviço está a da enfermeira sanitarista Fanny Wu, de 29 anos de idade. Diagnosticada com linfoma não Hodgkin no final de 2025, ela realizou o procedimento em junho deste ano e encontrou na equipe o cuidado necessário para se sentir segura e confiante.   

“Foi a coisa mais difícil que eu fiz na minha vida! O que fez tudo ficar mais leve foi o apoio do time assistencial. Apesar da tensão, eu me senti segura porque a equipe tinha comprometimento e todos sabiam o que estavam fazendo. Eu sei o nome de cada um de cor. Todos eles fizeram parte do sucesso do meu tratamento”, celebra.  

Comprometido com a excelência e a humanização do atendimento, o Hospital da Bahia se prepara para expandir sua capacidade assistencial e poder ajudar muitas outras vidas. Com o fechamento deste primeiro ano focado na modalidade autóloga, na qual são utilizadas as próprias células-tronco do paciente, a unidade prevê para o próximo ano o início do serviço do transplante alogênico, no qual o paciente recebe as células doadas por um familiar ou um doador compatível.   

De acordo com o coordenador do Serviço de Transplante de Medula Óssea do Hospital da Bahia, Pedro Amoedo, o primeiro ano serviu para firmar o serviço como referência regional, abrindo espaço para novas etapas de expansão. 

“A consolidação do transplante autólogo no Hospital da Bahia demonstra a maturidade técnica da nossa equipe e a infraestrutura robusta que estruturamos na unidade. O próximo passo é a implantação do transplante alogênico prevista para o ano que vem, o que representará um grande ganho para a saúde do nosso estado, permitindo tratar casos ainda mais complexos perto de casa”, destaca Amoedo.  

Estrutura a serviço da vida  

Projetada para atender aos rigorosos requisitos da alta complexidade, a estrutura do Centro de Transplante de Medula Óssea do Hospital da Bahia conta com quatro leitos individuais equipados com sistemas avançados de filtragem e pressurização do ar.  

O atendimento é conduzido por um corpo clínico especializado em transplantes, apoiado por um time multidisciplinar integrado por profissionais de enfermagem, psicologia, nutrição, fisioterapia e odontologia, garantindo uma abordagem personalizada e focada no bem-estar global do paciente. 

A assistência abrange todas as fases da linha de cuidado desde o preparo pré-operatório até o acompanhamento pós-transplante. Essa jornada contínua é respaldada pelo suporte hospitalar de grande porte da instituição, oferecendo a segurança necessária para a realização de procedimentos de alta complexidade.